terça-feira, 30 de junho de 2015

Resumo do livro → o lado bom da vida

Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos,  acaba de sair de uma instituição psiquiátrica.
Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá.
O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados".
Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora.
Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.
À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta.
Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.
Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

domingo, 21 de junho de 2015

estudando para o enem ( LINGUA PORTUGUESA)


      Homens livres na ordem escravocrata

Este livro foi escrito em 1964, como tese de doutorado, defendida na USP. Teve sua primeira edição (pelo IEB) em 1969 e as seguintes pela Ática (1976) e pela Kayrós (1983). Várias reimpressões foram feitas pelo caminho, mas já há algum tempo era impossível encontrá-lo nas livrarias, estando o acesso limitado às inevitáveis fotocópias, fartamente utilizadas em cursos de história e ciências sociais em que a tese havia conquistado o estatuto de referência obrigatória.

Abre o trabalho uma questão decisiva para quem tenta entender a formação histórica da sociedade brasileira: Qual o significado do trabalho escravo na produção colonial moderna? Entre a escravidão antiga e a moderna, Maria Sylvia aponta uma diversidade de sentido que explica os "rumos diametralmente opostos do processo histórico das sociedades em que uma e outra se constituíram". Questiona-se a tese da exterioridade capitalismo-escravidão e destaca-se o trabalho livre como constitutivo do mundo moderno pela mediação de seu contrário, o trabalho escravo. A escravidão é qualificada como uma "instituição submetida a outras determinações que lhe imprimiram seu sentido" (p. 13).

Revelam-se, desde logo, as implicações de longo alcance desta análise, na medida em que nela se contesta a possibilidade de "conceituar um modo de produção a partir da presença do escravo", um modo de produção afirmado como lógica e historicamente anterior ao capitalismo, modelo este presente nas diferentes teorias "etapistas" do desenvolvimento, sobretudo naquelas que derivavam da tradição do marxismo stalinista. E novamente cabe destacar que esta tese foi defendida em 1964, quando tal tradição pesava seriamente sobre as interpretações da "revolução brasileira". Infelizmente, custa aceitar a conjugação do verbo pesar nesse passado imperfeito, quando o presente revigora a mesma imperfeição...

Não é apenas este aspecto que chama atenção para a atualidade da abordagem exibida no livro. Se esta análise torna-se crucial com relação ao trabalho escravo, momento de um passado histórico bem demarcado, decisiva também é a caracterização de "uma formação sui generis de homens livres e expropriados, que não foram integrados à produção mercantil - destituídos de propriedade dos meios de produção, mas não de sua posse" (p. 14). São homens "a rigor dispensáveis", e a tentação é grande de aderir a alguma tese dualista das "populações marginais" ou das sobrevivências arcaicas, ora apontadas como obstáculo ao desenvolvimento capitalista "moderno", ora como espaços funcionais e complementares a este - tentação também muitas e muitas vezes reconstruída nas décadas seguintes, na sociologia brasileira. Com respeito a essa formação sui generis, contudo, a advertência é clara:

O objetivo para o qual esteve basicamente orientada a sociedade brasileira determinou, de ponta a ponta, sua organização. Embora os homens livres e pobres tenham permanecido apartados da produção para mercado, este setor localizou-os na estrutura social e definiu o seu destino. (p. 15)

Desse modo, a análise evita o facilitário tortuoso que tenta salvar a ortodoxia adotando hipóteses adicionais como aquela que imagina o latifúndio como algo "internamente feudal" e "externamente capitalista". Ou como a que postula a coexistência de formas sociais que pertencem a diferentes épocas - a coexistência dos não-coetâneos, as sobrevivências arcaicas. Nessa armadilha permaneceria presa mesmo a crítica do dualismo que concebe o "atrasado" não mais como obstáculo, mas como funcionalmente estimulador do "moderno".

Em suma, trata-se de apreender a unidade de dois princípios reguladores da atividade econômica essencialmente opostos - produção direta de meios de vida e produção de mercadorias. E apreender essas modalidades como "práticas que são constitutivas uma da outra", como unidade contraditória e não como dualidade integrada (p. 11).

Essa análise tem, ainda, conseqüências políticas, também de longo alcance. Ainda uma vez, insistente, mas não por acaso ou descuido, lembro que se trata de um livro de 1964, o que destaca a importância polêmica assumida pelas suas teses heterodoxas, a contrafluxo. Para a ortodoxia então reinante (e não apenas então reinante, repito), o escravismo (e não o capitalismo) seria um núcleo gerador de atraso e violência. A alegada incompatibilidade entre escravismo e capitalismo fazia acreditar que qualquer transformação deveria passar, necessária e "dialeticamente", pela burguesia, agente subversivo imprescindível nessa "etapa". O realismo cognitivo da análise (ou descrição) parecia tornar mais crível e legítimo o realismo normativo da política apontada como "objetivamente possível" ou "responsável".

Mas existem ainda outros aspectos a destacar neste livro. O historiador cuidadoso encontra aqui, também, instigante aula sobre uma forma de trabalho com fontes documentais que não se dobra ao empirismo. Por outro lado, note-se o modo como aparecem os quadros teóricos que inspiram a interpretação de tais fontes. Não é coisa fácil, numa tradição cultural que, com freqüência, operou uma pasteurização funcionalista de Weber (um dos autores com os quais o livro dialoga permanentemente) ou uma redução de Marx (outra das referências decisivas) a um profeta da sucessão unilinear dos famosos cinco modos de produção.

O material empírico da pesquisa - relativo, sobretudo, à velha civilização do café, no Vale do Paraíba - faz notar, desde o início do livro, a violência como algo que irrompe decisivamente em todos os momentos da vida social, mesmo naqueles onde aparentemente as relações de "comunidade" a descartariam: nas relações de vizinhança, na cooperação para o trabalho (o mutirão), no lazer, no parentesco, na constituição da moralidade.

No material consultado, "as notícias sobre a violência cometida circulam livremente", já que são testemunhos necessários ao esclarecimento dos processos-crime que constituem o ponto de partida do trabalho. Transcritos dura e cruamente, os testemunhos, reconstruindo detalhadamente situações triviais da vida social, comovem pela "naturalidade" e vigor com que essa violência aparece, inclusive lá onde menos deveria ser esperada:

Fica evidente a sua incorporação às condutas socialmente sancionadas. O fato de circularem desimpedidas de juízos restritivos indica também que a violência é incorporada não apenas como um comportamento regular, mas positivamente valorado. (p. 53)

Violência e favor são dois referentes que percorrem todo o livro. Nenhum deles aparece como "princípio organizador das relações sociais e econômicas oposto ao da racionalidade impessoal capitalista". Pelo contrário, estão "alojados na expansão do capital, no setor produtivo e financeiro, na constituição do Estado". Veja-se, por exemplo, com relação a este último aspecto, o notável (e também sempre atual) capítulo 3, procurando apontar "as bases materiais da `corrupção' no serviço público, a ideologia que suporta o `tráfico de influências', nesse setor, e as condições existentes para o exercício personalizado e autoritário do poder" (como se adianta na p. 18).

O diagnóstico é, ainda uma vez em nossos dias, muito oportuno:

A espinha dorsal na formação do Estado moderno (a separação dos fundos públicos dos recursos privados, mais o exercício despersonalizado das funções públicas e sua definição por normas gerais) não encontrava condições para se completar... A escassez de funcionários qualificados, a desnecessidade imediata de racionalização em seus procedimentos, a fidelidade aos valores próximos ao grupo retardaram a separação entre autoridade oficial e influência pessoal. (p. 166)

A conclusão delineia os limites do quadro:

A contradição que encontramos nas origens da sociedade brasileira, ao nível da economia - produção direta de meios de vida e produção mercantil -, desdobrou-se, ao nível da organização social, na síntese difícil das associações morais e das constelações de interesses, e desenvolveu-se, ao nível da organização política, na unidade da vida pública e da vida privada. (p. 240)

Como se pode ver, nestas notas de leitura bastante seletivas e pessoais, há, certamente, muitos e bons motivos para revisitar este incômodo estudo heterodoxo. Mas existe ainda uma outra razão, que me ocorre sobretudo ao reler o último capítulo, onde aparecem o fazendeiro e seu mundo, seu negócio, seu estilo de vida, sua ascensão e seu declínio.

Aqui, mais ainda do que antes, como na célebre análise do capital, não se espere encontrar retratos róseos, pelo contrário, já que os homens figuram também como portadores de categorias econômicas... E, nesse sentido, este livro pode ser lido ainda de uma outra forma, ela também heterodoxa, como um "romance" de um (ou mais de um) gênero de seres humanos, cuja trajetória - vida e destino, hábitos, pensamentos, desejos e tragédias - vai sendo reconstruída pelos documentos cuidadosamente colhidos e interpretados. Também este encanto narrativo - feliz aliança entre demonstração rigorosa e elegância da frase - faz deste estudo um clássico, isto é, um livro que deve ser lido.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Adolescência, sexualidade e educação

                       

                 Adolescência, sexualidade e educação






A orientação sexual tem, tradicionalmente, se centrado na prevenção de processos de adoecimento, como as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), em especial a Aids, ou na gravidez adolescente, a partir da prescrição de hábitos e condutas saudáveis.
Nessa concepção, a informação disponível ao jovem brasileiro tem como objetivo conscientizar para uma prática sexual protegida.
O resultado desta política de informação centrada na visão do risco é questionado em pesquisas sobre o comportamento do adolescente.

Autores como Heilborn (2006), Monteiro (2002), Abranmovay et al.(1999), entre diversos outros, observam que esse tipo de conheci- mento não garante a adesão ao seu objetivo educativo, o de tornar relações sexuais uma prática segura, minimizando a ocorrência de danos à saúde física e emocional. Cabral (2003), em seu estudo sobre a paternidade na adolescência e consequente in- terferência na vida de rapazes de camadas populares, é um exemplo disto.

Seu estudo registrou o uso do preservativo em quatro dos 15 jovens pais entrevistados que declararam ter utilizado algum método anticoncepcional após o início do relacionamento.
 Oito outros jovens partici- pantes alegaram que não usavam métodos contraceptivos e, nestes casos, a autora registrou a responsabilização da mulher pela proteção e a imprevisibilidade da prática sexual como justi- ficativas para o “não-uso” de métodos preventivos. Estes comportamentos vinculam-se, se- gundo ela, a relações de gênero, o que pôde ser observado, também, na distinção feita pelos entrevistados sobre a prática do sexo sem proteção com as companheiras de “casa” e o uso do preservativo com as meninas da “rua”.

Mais recente, a pesquisa “Gravidez na adolescência: estudo multicêntrico sobre jo- vens, sexualidade e reprodução no Brasil”, realizada em três grandes centros urbanos brasilei- ros, foi outro estudo que reafirma a necessidade de ações educativas sobre sexualidade. As conclusões deste estudo corroboram a necessidade de orientação do adolescente para ques- tões além do enfoque preventivo (HEILBORN, 2006). Nesta percepção, a educação para a sexualidade deve abranger também questões relacionadas a aspectos emocionais, como o pra- zer e o desejo, e sociais, como as diversas formas de relacionamento e comportamento envol- vendo a questão de gênero.

Deve abordar a relação entre pares, a expressão amorosa e afetiva, incluindo as diversas formas de relacionamento existentes no amplo quadro de socialização atual, e orientar para a conquista de autonomia e decisão informada (HEILBORN, 2006; SCHALL, 2000). Esta diretriz é também orientada como eixo transversal ao currículo nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs (BRASIL, 1998), e coloca a escola como parceira da família e da sociedade na promoção da saúde da criança e do adolescente. A ação proposta pelo Minis- tério da Educação deve ser a de complementar a orientação familiar, mantendo uma aborda- gem pluralista sobre concepções, valores e escolhas sexuais, e estabelecer um debate integrado à prática educativa, como um processo natural da vida humana. Esta proposta foi fortalecida no Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE (BRA- SIL, 2008)  e no Programa de Saúde na Escola – PSE (BRASIL, 2008a), uma ação educativa articulada pelos Ministérios da Saúde e da Educação do governo brasileiro e as organizações internacionais Unesco, Unicef e Fundo de População das Nações Unidas - UNFPA. O PSE propõe a articulação entre secretarias municipais e estaduais de saúde e de educação e universi- dades e organizações sociais para a oferta de ações nas escolas e postos de saúde brasileiros.

 OPrograma destina-se à prevenção da saúde sexual e reprodutiva associada ao debate sobre gênero e orientação sexual, introduzindo o conceito sobre direitos sexuais e reprodutivos. A proposta do PSE é bem elaborada e traz um avanço efetivo no campo da educação em saúde na escola e na oferta de serviços de saúde à população adolescente, por fortalecer a participação social e divulgar a importância da orientação sobre sexualidade para o desenvolvi- mento de uma vida sadia. Além de ampliar significativamente o debate sobre o tema, o

 Progra- ma vem gerando soluções para dificuldades operacionais, como a criação de mecanismos de formação do professor e a criação de materiais educativos (BRASIL, 2008b). Promover esse encontro de diferentes instâncias para o atendimento de uma questão de valor vital para a saúde do adolescente e do jovem brasileiro representa um movimento importante para a promoção da saúde em sua premissa sobre a atenção para com o meio físico, social e cultural por sua relação direta com as condições de saúde de um indivíduo ou de uma coletividade. A complexidade de abordar um tema como a sexualidade encontra-se na necessidade de um discurso claro diante de um tema tradicionalmente silenciado e considerado de foro íntimo. Significa também apresentar alternativas de pensamento, para respeitar a pluralidade de ideias presentes na sociedade, e a adequação da linguagem à faixa etária e grupo populacional. Uma postura educativa fundamenta-se, também, em uma visão holística, que procura tornar relativo o saber e, sobretudo, o poder de uma razão predefinida como correta, em detrimento do respeito a processos, vivências e escolhas pessoais. Assim, pontos polêmicos ou que envol- vam propostas que interfiram com conceitos fundamentados em processos culturais ou so- ciais, ou até em um cunho ou um desejo pessoal, devem ser abordados em sua pluralidade.
A criação do multimídia ” Amor e sexo: mitos, verdades e fantasias”
A utilização da informática na sociedade tornou-se um fato irreversível (AUGE, 2006), e seus desafios vão além do custo de acesso ao computador e o treinamento da população para o seu uso.  É tarefa igualmente importante a oferta de materiais para fins educativos, que apresentem informação abalizada e ambientada em um cenário comunicativo, próximo à rea- lidade de vida brasileira e ao interesse de seu público-alvo. Esses materiais devem pautar-se nas Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação (NTICS) e aliar a flexibilidade na apre- sentação de conteúdos a uma abordagem interdisciplinar, favorecendo sua adaptação a dife- rentes usos, tipos de usuários e estilos de aprendizagem (STRUCHINER, RICCIARDI e GIA- NELLA, 2006). A criação do multimídia “Amor e sexo” (MANO, GOUVEIA e PALMA, 2004) fun- damenta-se neste tipo de abordagem. Esta iniciativa do Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz) partiu da realização, em 1996, do “Projeto Integrado de Arte e Ciência”4 (SCHALL, OTERO e FAZEH, 1999), que proporcionou um acervo de perguntas,
 
O projeto foi realizado pelo Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde (LEAS - IOC) e pelo Museu da Vida (MV – COC), da Fiocruz, por iniciativa de Virgínia Schall, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e a Companhia Teatral Produções Literárias, de Sura Berdichevsky.


O grupo de jovens participava do VI Curso de Formação de Monitores de Centros e Museus de Ciências, parte do Programa de Qualificação Profissional do Museu da Vida/COC/ Fiocruz. O Curso tem a duração de 18 meses, entre o período de aulas e o estagio supervisio- nado de atendimento aos visitantes nas diversas áreas temáticas do Museu.

 A escolha desse público específico deveu-se ao seu perfil representativo de comuni- dades da periferia de uma grande cidade e, prioritariamente, ao pertencimento do grupo a várias escolas públicas, o que amplia a amostra em termos de sua representatividade.
 Outra característica desejada foi a formação em informática fornecida aos alunos do Curso, uma vez que a habilidade no uso do computação  é um fator interveniente importante em estudos que utilizam mídias digitais.
A navegação e posterior avaliação do multimídia foi optativa e formalmente consen- tida. Sua realização se fez por meio de um questionário digital com 25 perguntas, sendo 16 objetivas e nove abertas, que versaram sobre: a identificação do grupo e sua opinião e suges- tões sobre o design, ambientes, linguagem, abordagem do tema, condição educativa e de utiliza- ção do produto.

Deste questionário foram analisadas, para este trabalho, especificamente, as perguntas relacionadas à opinião sobre o multimídia e seus ambientes, e analisadas as respos- tas abertas relacionadas a esta questão. Os dados foram analisados com base em tabulação das questões objetivas e do méto- do de Análise do Discurso do Sujeito Coletivo – DSC das perguntas abertas, com o objetivo de resgatar o conjunto de pensamentos e sentimentos expressos pelos jovens sobre o produto. Segundo o método DSC, a informação expressa no discurso deve ser analisada em uma leitura inicial e classificada por Expressão-Chave (E-Ch), que representa as principais questões de interesse apresentadas em cada resposta. A partir desta identificação, estas E-Ch são agrupadas, compondo um conjunto de pensamentos ou ideias que a coletividade de jovens expressou sobre cada questão. Uma nova leitura e análise das E-Ch permite a identificação de suas Ideias Centrais (ICs), que são também reunidas por sua semelhança, formando os discur- sos coletivos. Os textos originais são assim decompostos por suas expressões (E-Ch) de maior interesse de análise, e, em seguida, são categorizados por suas afinidades de sentido (ICs) e reunificados em um discurso construído, que expressa o pensamento coletivo sobre o tema e, em alguns casos, permite a percepção da Ancoragem ideológica dos discursos emitidos ( LE- FÈVRE, LEFÈVRE e TEIXEIRA, 2000; LEFÈVRE e LEFÈVRE, 2005).
Avaliação da Expressão-Chave: educativa
A opinião dos jovens sobre o multimídia foi positiva, conforme a nota média 4,6 dada, numa escala de valor entre um, a pior nota, e cinco, a melhor nota. As características mais apontadas foram: o caráter educativo (17 respostas) e o interesse despertado (13). Anali- sando a motivação para as notas, 13 registros a relacionaram ao tema e a importância de informações sobre sexualidade. Essa idéia-chave é representada no seguinte discurso coletivo:
“Esse jogo auxilia os adolescentes na prevenção. É informativo e esclarecedor e nos faz pensar que não devemos fazer as coisas de qualquer maneira; temos que ter ciência do que estamos fazendo. É bem interessante, bastante explicativo, e tira muitas dúvidas que não temos coragem de perguntar. Adorei conhecer mais sobre a vida sexual.

Saindo da rotina no relacionamento em 3,2,1 … já!





 

 

namoro caiu na rotina? As coisas entre vocês andam muito previsíveis e já deu para sentir falta daquele “friozinho na barriga” do começo?! Não se desespere! É normal um relacionamento ser afetado pela rotina às vezes e isso está longe de condenar pra sempre as coisas entre vocês. Se o amor ainda existe é só uma questão de tempo e de dedicação para fazer com que as coisas fiquem interessantes novamente.





***

Quebre as regras:
Seguir as regras é bem mais seguro e aconselhável, mas também é chato as vezes e por isso apenas por um dia ou dois, ignore as. Tire um dia cheio de trabalho e tarefas para ficar junto, faça uma viagem fora de hora, tome um porre em plena segunda feira. Dê uma sacudida nas coisas! Por pelo menos um dia seja de novo aquela adolescente que se apaixonou perdidamenente e não ligava para o que os outros pensavam.
– Dê um segundo passo:
Que tal dar um segundo passo na relação de vocês! Comece a pensar no futuro, adote um cachorro para criarem juntos, converse sobre noivado, casamento…. .É claro que nada disso acontece sem planejamento, mas introduzir assuntos mais sérios no relacionamento pode ajudar a dar um novo gás.
– Dê um passo para trás:
Se você não estiver se sentindo segura o suficiente para dar um passo a frente no relacionamento, dê um para trás. Concentre as suas energias para conquistar novamente a pessoa que está ao seu lado. Lembre se de como fez isso da primeira vez e coloque todas as suas táticas em prática novamente.

domingo, 14 de junho de 2015

LANÇAMENTO...

 

 

                   Função Ceo – A Descoberta do Amor               

 

        

 


 

Descrição

“Uma vez minha mãe me disse que satanás era o anjo mais bonito do céu e o mais querido por Deus, mas sua beleza o fez acreditar que podia mais. Então, depois de uma guerra, foi atirado ao inferno, e jurou vingança. Para isso escolheu corromper a humanidade. Como? Alguns dizem que através do dinheiro, outros através das palavras, mas muitos juram que foi através da beleza. Robert tinha os três: dinheiro, persuasão e beleza. E roubava de mim todas as virtudes. Eu cobiçava, traía, roubava, tudo em nome do amor que sentia por ele.” Quando Melissa Simon encontrou Robert Carter seu mundo virou de cabeça para baixo. Quando aceitou ser sua amante, não fazia ideia do que seria estar ao seu lado. Robert Carter e Melissa Simon descobrem o amor, mas para vivê-lo precisam se despir dos segredos que circundam a relação. Robert está disposto a contar a verdade. Melissa está segura do seu amor e disposta a enfrentar todos os problemas para permanecer ao seu lado. Juntos, eles vão descobrir que nem sempre o amor é suficiente, a verdade não é capaz de derrubar barreiras e o bem pode não vencer no final.    

sábado, 13 de junho de 2015

no cinema.......

 

Jurassic World , o mundo dos dinossauros

 
 
Sinopse
Vinte e dois anos depois dos eventos de "Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros", a Ilha Nublar, agora, apresenta um parque temático de dinossauros completamente funcional, o Jurassic World. Após 10 anos de funcionamento e com o número de visitantes diminuindo, uma nova atração é criada para aumentar o interesse no parque. Porém, o experimento acaba produzindo resultados aterrorizantes.

 

ehhhhhhhhhhhh vale a pena assistir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

olha olha quem logo logo vai esta na minha coleção..............

 Diário de Um Banana 9 - Caindo na Estrada




SINOPSE

As férias do Greg tinham tudo para serem perfeitas, até que sua mãe vem com a bomba - eles farão uma viagem de carro em família. Bem, uma viagem desse tipo tem tudo para ser algo muito divertido... ou não, ainda mais se for a família do Greg. A jornada começa cheia de promessas, mas logo sofre reviravoltas dramáticas. Banheiros de posto de gasolina, gaivotas ensandecidas, malas perdidas, um porco faminto... Mas até a viagem mais desastrosa pode virar uma grande aventura - e desta os Heffley não vão se esquecer tão cedo.


resumo do livro : SIMPLESMENTE ACONTECE



Simplesmente Acontece

Ahern, Cecelia




O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? 
Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. 
Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails e cartas. Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.

terça-feira, 2 de junho de 2015

livro lido !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! nora roberts




Série Morta
lPáginas: 518
Formato: 16x23 cm
Editora: Bertrand
 Brasi lPreço: R$ 40,00


Sinopse: Nesse novo episódio, a esperança de Eve Dallas está em uma criança de nove anos
Fascinante série futurista iniciada com o livro Nudez Mortal, a famosa Série Mortal tornou-se a mais bem-sucedida saga policial de todo o mundo e criou uma legião de fãs fiéis em todos os cantos do planeta. O vigésimo volume lançado pela Bertrand Brasil, Sobrevivência Mortal, foi um grande sucesso em todo o mundo, figurando por várias semanas no topo da lista dos mais vendidos do The New York Times.
Outono de 2059. A corajosa tenente Eve Dallas se vê diante de assassinos que agem de forma fria e meticulosa e usam recursos militares precisos e cruéis para exterminar uma família inteira. Contudo, uma menina de nove anos sobrevive ao massacre. A missão da equipe investigativa é proteger a sobrevivente e, ao mesmo tempo, descobrir quem são as pessoas que assassinaram a família e porque a consideram tão importante.
Sobrevivência Mortal tem muito mistério e ação, aliados, como os demais livros da série, a uma dose certa de romance. Diferentemente dos títulos anteriores, dessa vez Eve Dallas terá que proteger uma criança, tema difícil para ela por trazer à tona também lembranças muito marcantes e medos da sua própria infância.
“Um perfeito equilíbrio entre suspense, procedimentos policiais e romance.” (Publishers Weekly)
“Aqui você encontra os elementos e detalhes fabulosos utilizados nos procedimentos policiais, entremeados com dramas e emoções que nos atingem fundo e personagens muito bem-estruturados. Só uma escritora do calibre de Nora Roberts consegue fazer isso.” (David Baldacci)

“Personagens cativantes, mistérios intrincados e um sentido maravilhoso de tempo e espaço transformam em um prazer imperdível a leitura de cada título da Série Mortal, escrita por J. D. Robb.” (Harlan Coben)

A resenha de hoje é a estréia da nova resenhista, Juliana Rodrigues, irá resenhar especialmente livros da autora Nora Roberts. Sobrevivência mortal é o 20º livro da serie e está nos meus preferidos, perdendo sempre para o primeiro que em se tratando de séries acabam sempre sendo o meu favorito.Bom, o livro começa como de costume com a Tenente Eve Dallas investigando o assassinato, a sangue frio, de uma família quase inteira incluindo a pobre da empregada e a amiguinha da filha do casal, todos mortos enquanto dormiam, restando apenas Nixie que graças a um refrigerante sobrevive.


Quem está familiarizada com a serie sabe bem que a Tenente tem problemas com crianças, ainda mais vinculadas a assassinatos uma combinação que sempre a leva ao passado.


E para completar por algumas circunstancia alheias a sua vontade a menina é levada para o “castelo do príncipe Roake”


A partir daí, começa a caçada aos assassinos, sempre com a ajuda do meu Roake ou melhor dela, além da sua equipe. Acho que esse foi um dos casos mais complexos que a Nora escreveu até agora, porque aparentemente a família não tinha envolvimento com nada, não havia pista alguma, nem qualquer descuido por parte de quem havia cometido essas mortes, e a única testemunha era uma criança que não viu nada que identificasse quem poderia ter feito isso.
"Peabody entrou no carro e prendendo o cinto de segurança.- A imagem que eu tenho é de uma família simpática, feliz, com muita segurança financeira, um bom círculo de amigos, excelentes relacionamento com colegas de trabalho, carreiras satisfatórias. Não me parecem o tipo de pessoas que são assassinadas durante o sono." 
Mas o que ganhou a minha atenção e meu coração foram às partes que envolviam a menina (Nixie), a sua interação com todos em especial com Summerset, mas principalmente com Roake e Eve.  

Neste livro para mim ficou demonstrado à evolução do Roake e a estagnação da Eve em superar os seus traumas do passado.


Acho também que a Norah já cavou uma brechinha para próximos conflitos do casal, mas só acho até porque já tem alguns livros disponíveis em inglês, mas não os li.


Bom, no mais o livro tem partes engraçadas, que aliviam um pouco o drama, tem romance (dica: comecem a pesquisar sobre flores), perseguições, Roake lindo, mas isso é normal e muito choro graças a nossa pequena e corajosa Nikie.